destituído das vitórias comuns
o homem se levanta pela manhã
como se tudo fizesse algum
sentido numa realidade sã
tudo é maior, menor. irreal
temo já não caber em mim.
monstro ilusório, imaterial.
quimera sem rimas.
e o tempo se esvai
feito água em veraneio.
desilusões, óxidos e paz.
só ouço anseios
desculpe-me.
o leite parece que acabou.
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